Cirurgia bariátrica: para quem é indicada?

Dr. Mauro Jácome | 22/04/2022

médiocos em cirurgia
Confira a seguir para quem é indicada a cirurgia bariátrica e entenda quais resultados podem ser esperados desse procedimento.

O que você vai ver neste conteúdo

A cirurgia bariátrica é o método utilizado no tratamento dos casos mais graves de obesidade e se você deseja saber para quem é indicada, confira a seguir as informações sobre essa técnica.

Em primeiro lugar, é importante entender que a obesidade é definida pelos órgãos de saúde como uma doença metabólica crônica, que pode causar ou agravar diversas complicações à saúde.

Por causa disso, realizar o tratamento adequado para cada caso é essencial na preservação e promoção da saúde do indivíduo. Nesse sentido, a cirurgia bariátrica é um tipo de operação especializada indicada para quem precisa tratar a obesidade. 

Por meio desse método é possível reduzir o volume do estômago e, a partir disso, otimizar os processos metabólicos. Como resultado esperado, o indivíduo irá ingerir menor quantidade de alimento e, ao mesmo tempo, conseguir obter mais energia do que foi consumido.

Para quem é indicada a cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica é indicada para quem possui obesidade de terceiro grau, ou seja, os obesos mórbidos. Esse grau da doença é caracterizado por um índice de massa corporal (IMC) acima de 40. 

Vale lembrar que o IMC é um valor que ajuda a avaliar a relação entre peso e altura de uma pessoa. É definido como a massa em quilogramas dividida pela altura em metros quadrados. – Em nosso blog, à direita dessa matéria está disponibilizada a calculadora do IMC para te ajudar a determinar sua condição atual.

A indicação do procedimento se dá normalmente quando o indivíduo possui esse valor de IMC e não obteve resposta aos tratamentos menos invasivos, como reeducação alimentar, atividade física e apoio psicológico por um intervalo de, pelo menos, dois anos.

Além disso, a cirurgia bariátrica também pode ser indicada para quem possui IMC superior a 35 kg/m², com doenças associadas, por exemplo:

  • Doença cardiovascular de alto risco;
  • Diabetes mellitus;
  • Hipertensão arterial de difícil controle;
  • Apneia do sono;
  • Doença articular degenerativa.

Nesses casos, também é importante que os pacientes não tenham respondido efetivamente ao tratamento clínico por um período mínimo de dois anos.

Além disso, outro ponto importante para que a cirurgia bariátrica seja indicada é que o paciente esteja ciente sobre todos os riscos envolvidos e queira realizar a operação.

Contraindicações:

A cirurgia bariátrica não é indicada para quem possui:

  • Limitação intelectual significativa, nos casos em que o paciente não tem suporte familiar adequado;
  • Transtorno psiquiátrico não controlado;
  • Dependência de bebidas alcoólicas ou drogas ilícitas;
  • Doença cardíaca ou pulmonar grave e descompensada;
  • Hipertensão portal, com varizes gastroesofágicas;
  • Doenças imunológicas ou inflamatórias do sistema digestivo superior que predispõem ao sangramento;
  • Causas endócrinas, como a síndrome de Cushing (hiperplasia da glândula adrenal) e tumores endócrinos.
  • IMC inferior a 30, gravidez ou doença concomitante.

Além disso, os limites de idade devem ser respeitados para quem a cirurgia é indicada, ou seja, ela não pode ser realizada antes da consolidação das epífises de crescimento, que é o caso de pessoas entre 16 e 18 anos.

Já para pacientes com mais de 65 anos, a avaliação deve ser personalizada, levando em consideração o risco-benefício, risco cirúrgico, existência de doenças associadas, esperança de vida e benefícios reais da perda de peso. 

Como se preparar para o procedimento?

Antes de realizar a operação, alguns exames pré-operatórios são necessários, a fim de verificar a situação de saúde atual. Entre eles, estão:

  • Hemograma completo;
  • Coagulograma;
  • Grupo sanguíneo e fator Rh;
  • Glicemia;
  • Perfil lipídico;
  • Teste de função hepática;
  • Dinâmica do ferro;
  • Análise de urina;
  • Eletrocardiograma;
  • Raio-x do tórax;
  • Endoscopia digestiva alta;
  • Espirometria;
  • Eco Doppler venoso de membros inferiores;
  • Ultrassonografia abdominal e sorologia para hepatites (se houver alterações nos testes de função hepática).

Além disso, para quem a cirurgia bariátrica é indicada, caso seja tabagista, deve parar de fumar por pelo menos 8 semanas antes da operação.

Outro ponto importante é que a mulher em idade fértil deve usar um método contraceptivo extremamente seguro até que seu peso se estabilize após a cirurgia bariátrica (pelo menos durante os primeiros 12 meses). 

Ainda não há consenso sobre a segurança dos contraceptivos orais após a cirurgia bariátrica.

Tipos mais comuns de operações bariátricas

Atualmente, já existem mais de um método disponível na hora da realização da operação. Isso porque cada um deles possui uma forma diferente de reduzir o estômago. 

Converse com seu médico e saiba qual cirurgia bariátrica é mais indicada para você. 

As 4 técnicas principais são:

  • By-pass gástrico ou Fobi Capella;
  • Sleeve ou gastrectomia de manga, Gastroplastia de manga;
  • Derivação biliopancreática (DBP);
  • Bandagem gástrica.

Confira a seguir mais informações sobre cada tipo.

Fobi Capella ou By-pass Gástrico

Nesse método, o cirurgião sutura o estômago, deixando uma pequena porção dele (entre 3,0 – 5,0 cm³ com anastomose de 1 a 2 cm). Em seguida, essa porção é conectada diretamente ao intestino delgado, contornando a maior parte do intestino.

A cirurgia bariátrica pode ser realizada por laparoscopia ou laparotomia. No entanto, dá-se preferência à abordagem laparoscópica, pois é menos invasiva e tem menor incidência de complicações na ferida operatória, menor tempo de internação e uma recuperação mais rápida.

Como resultado, o tamanho do estômago diminui, os alimentos passam por um caminho mais curto e as substâncias úteis são absorvidas mais rapidamente. 

Assim, as consequências esperadas são a diminuição do apetite e a perda de peso rápida: 55 – 70% do excesso de peso nos primeiros 2 anos.

Efeitos colaterais

Para quem a cirurgia bariátrica é indicada, é importante saber que alguns efeitos colaterais são esperados desse procedimento, como: 

  • Déficit de vitamina B12 e de ácido fólico, sendo necessária a reposição.
  • Internação hospitalar de 2-3 dias;
  • Recuperação a longo prazo;

Além disso, podem haver algumas complicações:

  • A taxa de mortalidade varia entre 0,1% e 1,1%, dependendo da cirurgia bariátrica realizada;
  • Tromboembolismo pulmonar;
  • Deiscência da sutura;
  • Fístulas;
  • Estenose (estreitamento);
  • Infecções;
  • Sangramento;
  • Hérnia;
  • Torção do ciclo intestinal.

Acompanhamento pós-cirúrgico

Os pacientes devem ser monitorados regularmente, por meio de consultas, exames laboratoriais e avaliação nutricional a fim de detectar prontamente quaisquer alterações metabólicas e nutricionais.

No entanto, como já citado, todos os pacientes precisam de suplementos multivitamínicos diários, como ferro, cálcio, vitamina D, zinco e complexo B.

Gastroplastia ou Manga Gástrica

cirurgia bariatrica indicada

A cirurgia bariátrica por manga gástrica é indicada para quem precisa de uma abordagem diferente. Nesse caso, a operação consiste em ressecar o estômago em 75%. Dos tecidos restantes, os cirurgiões formam uma “manga” com 1 cm de diâmetro.

Como resultado do procedimento, o órgão diminui cerca de 10 vezes. Isso ajuda os pacientes a ficarem satisfeitos com menos comida. Além disso, a operação de manga gástrica é realizada por via laparoscópica ou com a ajuda de dispositivos robóticos.

Os resultados esperados são uma recuperação breve em comparação à Fobi Capella e, se tudo correr bem, o paciente deve permanecer no hospital por cerca de 1 dia apenas. Isso porque é uma operação menos traumática em comparação com o by-pass gástrico.

Outro ponto importante é que há uma perda de peso menos intensa, ou seja, por 2 anos os pacientes perdem em média 50-60% do peso corporal.

Efeitos colaterais

Para quem a bariátrica é indicada, é importante conhecer os efeitos colaterais, que nesse caso é principalmente pelo déficit de vitaminas, sendo necessária a reposição contínua.

Derivação biliopancreática (DBP)

Nesse tipo de cirurgia bariátrica retira-se uma parte do estômago e a maior parte do intestino delgado, que constituem a principal região onde ocorre a absorção de nutrientes. Desta forma, uma grande parte dos alimentos não é digerida e absorvida.

Por isso, essa e outras operações disabsortivas podem ser vistas com certa cautela, devido ao insucesso inicial das derivações intestinais. No entanto, recentemente, a derivação biliopancreática vem sendo mais utilizada como complementação de gastroplastias malsucedidas, apresentando bons resultados.

Ela é indicada também para quem teve complicações das gastroplastias que necessitam reoperações, evitando manipular-se a bolsa gástrica devido ao alto risco de complicações decorrentes de sua reintervenção.

As principais complicações da DBP, portanto, devem-se muito mais a excesso de perdas ou inadequada absorção de nutrientes do que por falta de perda do peso, sendo elas: 

  • osteomalacia;
  • perda excessiva de peso por má-absorção;
  • hipoproteinemia;
  • anemia ferropriva;
  • dumping;
  • halitose;
  • deficiência de vitaminas, entre outros.

Banda Gástrica

Para reduzir o volume do estômago, nessa técnica o cirurgião fixa um anel especial na parte superior. Um pequeno reservatório de 10-15 ml é formado. Neste local estão os receptores responsáveis ​​pela saturação.

Nesse caso, o paciente fica satisfeito com pequenas porções de alimentos. 

Vantagens

  • A operação não envolve a remoção de órgãos;
  • É possível remover o curativo e restaurar o estômago ao seu estado anterior.

Efeitos colaterais

Há o risco de viés do anel, que faria com que o tamanho do reservatório fosse interrompido e o efeito da operação fosse perdido. Além disso, há a possibilidade de reação do corpo: aumento da temperatura, inflamação na área do anel.

Balão intragástrico

Esse também é um procedimento por via endoscópica, entretanto, nesse caso, um balão, inicialmente vazio, é colocado dentro do estômago e posteriormente cheio com uma solução fisiológica.

Esse é um procedimento que também visa a diminuição do espaço disponível para os alimentos, auxiliando na perda de peso.

Outros métodos

Atualmente, já existem outros métodos quando o assunto é tratamento da obesidade. Isso porque as cirurgias bariátricas convencionais, já citadas, podem ser muito invasivas em alguns casos.

Balão gástrico

Hoje já é bastante difundido o tratamento para emagrecer com o uso do balão intragástrico, muitas vezes conhecido como “balão no estômago”. Mas, afinal, o que é esse tratamento?

Esse é um procedimento que consiste na colocação de uma prótese em silicone cirúrgico no formato de um balão, ainda vazio, no estômago do paciente. Posteriormente, ele é preenchido com uma solução fisiológica e corante.

Esse balão ocupa espaço significativo do volume estomacal, de maneira que também reduz o lúmen e diminui, consequentemente, a ingestão de alimentos. Vale destacar que esse procedimento não é uma cirurgia, mas um método facilitador para pacientes com dificuldade para emagrecer.

Além disso, essa técnica, que não é uma cirurgia bariátrica em si, é indicada para quem possui sobrepeso, ou seja, ainda não está obeso de fato (IMC entre 25 e 30), embora esse tratamento possa ser usado também por pacientes obesos que não querem ou podem submeter-se a uma operação e, em alguns casos, utilizado como pré-operatório para a cirurgia bariátrica.

Balão intragástrico – antes e depois

De acordo com o estudo conduzido pela AGA (American Gastroenterological Association), intitulado Review on Intragastric Balloons in The Management of Obesity, é possível perceber a efetividade desse método.

Isso porque este estudo realizado em sete centros de tratamento, por um período de seis meses avaliou um total de 1.179 pacientes nos Estados Unidos, divididos em dois grupos:

  • 628 pacientes foram submetidos ao tratamento para emagrecer com o uso do Balão Intragástrico;
  • 551 pacientes foram submetidos ao tratamento convencional de dietas associadas a exercícios físicos.

Ao término do período de seis meses, os resultados observados foram:

  • A média da perda de peso nos pacientes tratados com o Balão Intragástrico foi aproximadamente entre 7 a 17 quilogramas.
  • Nos pacientes submetidos apenas a dietas e exercícios, a perda de peso média variou aproximadamente entre 3 e 6 quilogramas.

Assim, o percentual de perda do excesso de peso nos pacientes em tratamento com o uso do balão gástrico chegou a 51,3%, enquanto nos pacientes submetidos a dietas e exercícios chegou a 18,3%.

Esses resultados apontam que o tratamento com o balão intragástrico pode ser uma alternativa viável para quem precisa perder peso, mas que não é uma pessoa indicada à cirurgia bariátrica ou não deseja submeter-se a um procedimento cirúrgico.

Plasma de argônio

Essa técnica é indicada para quem passou pela cirurgia bariátrica do tipo Fobi Capella (by-pass, Wittgrove, Higa) quando esse paciente apresenta reganho de peso em razão da dilatação da junção entre o estômago operado e o intestino delgado.

Quando ocorre esse relaxamento, o alimento passa mais depressa pelo estômago operado, fazendo com que o paciente coma maior quantidade de alimento do que a ideal, proporcionando o ganho de peso.

Uma das soluções para essa situação é a terapia com o uso do Plasma de Argônio, um gás inodoro, inerte e não tóxico. Ele é capaz de promover a cauterização da anastomose dilatada, fazendo com que ela volte ao formato e tamanho da época em que o paciente operou, possibilitando que o paciente volte a perder peso.

Plasma de argônio funciona?

Segundo um estudo realizado no Brasil em 2014, os pacientes perderam em média 15,48 kg (entre 8 e 16kg) do reganho de peso. Esse ganho de peso havia sido em média 19,6 kg (entre 7 e 39kg). 

Além disso, o mesmo estudo destaca a importância do acompanhamento multidisciplinar na manutenção do peso ideal do paciente. Portanto, esses resultados apontam o tratamento com o plasma de argônio como uma alternativa viável. 

Vale lembrar que essa técnica é indicada para quem passou pela cirurgia bariátrica do tipo Fobi Capella (by-pass, Wittgrove, Higa).

Sutura endoscópica

A gastroplastia endoscópica também conhecida como endosutura gástrica ou sutura endoscópica é um procedimento sem cortes, sem internação, realizada por endoscopia, porém em ambiente hospitalar.

Nesse método são realizadas suturas (pontos) em toda extensão do estômago do paciente, alterando seu formato e reduzindo sua capacidade de armazenamento de alimentos, limitando assim a quantidade consumida pelo paciente.

Pontos importantes sobre o procedimento:

  • Embora endoscópico é um procedimento, que se espera ser permanente, mas que existe a possibilidade de reversão, caso seja o desejo;
  • Realizado ambulatorialmente em hospital-dia, possibilita ao paciente o retorno para casa no mesmo dia;
  • Seu período de recuperação e retorno às atividades cotidianas é breve se comparado a outros procedimentos cirúrgicos;
  • Como o procedimento é realizado sem cortes ou secção do órgão seus riscos são imensamente reduzidos;
  • Também em função da preservação do estômago, o paciente não sofre com o déficit de vitaminas.

Assim, essa técnica pode ser indicada para quem não deseja passar por uma cirurgia bariátrica convencional. 

Além disso, ela também pode ser indicada para quem já passou por uma cirurgia bariátrica, mas necessita de uma revisão da cirurgia, caso tenha havido ganho de peso novamente.

Retirada de Anel de Banda

O anel de banda é inserido normalmente na junção entre o estômago e o intestino delgado após a cirurgia bariátrica, para prevenir a dilatação dessa região.

A retirada de Anel de Banda é necessária em alguns casos em que o paciente tem complicações em decorrência do deslocamento desse no interior do estômago operado.

Próteses Bariátricas

A colocação de próteses bariátricas é indicada para quem teve fístulas (feridas) no pós-cirúrgico da cirurgia bariátrica. As fístulas são complicações graves e requerem cuidados e atenção.

Com as próteses, o procedimento se torna mais eficaz e seguro. Sua colocação é por via endoscópica, em ambiente hospitalar com o paciente devidamente sedado e acompanhamento de equipe especializada. 

O período de internação varia em função do estado clínico do paciente e normalmente é determinado pelo cirurgião que o acompanha.

Portanto, é importante ressaltar que pacientes tiveram a cirurgia bariátrica indicada e que passaram por ela devem estar em constante acompanhamento médico, para evitar complicações. 

Se você deseja saber mais informações ou ainda tem dúvidas sobre a cirurgia bariátrica e para quem ela é indicada, agende um atendimento com o Dr. Mauro Jácome, especialista em Endoscopia Digestiva, Gastroenterologia e Cirurgia Geral.

Referências:

Fonte: Raj Shah, Perica Davitkov, et al. AGA Technical Review on Intragastric Balloons in the Management of Obesity Gastroenterology 2021;160:1811–1830 <https://www.gastrojournal.org/action/showPdf?pii=S0016-5085%2821%2900434-0> 

Fonte: Baretta, G.A.P., Alhinho, H.C.A.W., Matias, J.E.F. et al. Argon Plasma Coagulation of Gastrojejunal Anastomosis for Weight Regain After Gastric Bypass. OBES SURG 25, 72–79 (2015). Disponível em <https://doi.org/10.1007/s11695-014-1363-2>

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Dr. Mauro Jácome

Médico Gastroenterologista

CRM: 28114 | RQE: 23310 | RQE: 23311 | RQE: 23312

Especialista em Endoscopia digestiva, Gastroenterologia e Cirurgia Geral.

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